"Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos.” Warren Bennis
Estamos presente na dor, porque já estivemos muito perto do sofrimento. Servirmos ao próximo, porque sabemos que todos nós um dia precisamos de ajuda. Escolhemos o branco, porque queremos transmitir paz. Escolhemos publicar nossas ações, porque queremos transmitir fontes de saber. Escolhemos nos dedicar à saúde, porque respeitamos a vida.
"Trabalho não é apenas um meio de ganhar dinheiro ou de ser aceito e admirado. Muito mais do que isso, pode ser um meio de ser feliz, de se realizar, de fazer um mundo melhor."
"Trabalho não é apenas um meio de ganhar dinheiro ou de ser aceito e admirado. Muito mais do que isso, pode ser um meio de ser feliz, de se realizar, de fazer um mundo melhor."
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Curativo Domiciliar no povoado bogó: Ferimento com haste metálica
A técnica de enfermagem Daiane realiza o curativo domiciliar do Sr. Domingos a meses, duas vezes por semana, tornando a afetividade cada fez mais forte, o mesmo possui um ferimento em um dos membros inferiores com uma haste metálica, os médicos estudam a possibilidade da retirada devido a sua idade. Povoado bogó, visita realizada em 13/02/12.
Os fatores como a idade, experiência de vida,
orientação sócio-cultural, saúde e recursos disponíveis condicionam as capacidades dos
indivíduos para as atividades do autocuidado, devendo estas serem levadas com grande
consideração, sustenta ainda que a totalidade das ações de autocuidado que devem ser
executadas durante um tempo para atender a exigência terapêutica do autocuidado
constituem-se por meio do uso de métodos válidos e conjuntos de ações e operações. O autocuidado efetivamente executado contribui com a
integridade, o funcionamento e desenvolvimento de ser humano.(SANTOS,
1991).
orientação sócio-cultural, saúde e recursos disponíveis condicionam as capacidades dos
indivíduos para as atividades do autocuidado, devendo estas serem levadas com grande
consideração, sustenta ainda que a totalidade das ações de autocuidado que devem ser
executadas durante um tempo para atender a exigência terapêutica do autocuidado
constituem-se por meio do uso de métodos válidos e conjuntos de ações e operações. O autocuidado efetivamente executado contribui com a
integridade, o funcionamento e desenvolvimento de ser humano.(SANTOS,
1991).
Visita Domiciliar Puerperal no povoado casa de pedra
“Autocuidado é o desempenho ou a prática de atividades que os indivíduos realizam
em seu benefício para manter a vida, a saúde e o bem-estar. Quando o autocuidado é
efetivamente realizado, ajuda a manter a integridade estrutural e o funcionamento
humano, contribuindo para o desenvolvimento humano” (OREM apud GEORGE,
1993, p.84).
em seu benefício para manter a vida, a saúde e o bem-estar. Quando o autocuidado é
efetivamente realizado, ajuda a manter a integridade estrutural e o funcionamento
humano, contribuindo para o desenvolvimento humano” (OREM apud GEORGE,
1993, p.84).
Imunização na Unidade ESF: BCG e Hepatite B
Vacina BCG: Administrar o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento. Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar 1 (um) mês de vida e atingir 2 Kg. Administrar uma dose em crianças menores de cinco anos de idade (4 anos 11meses e 29 dias) sem cicatriz vacinal. Contatos intradomicíliares de portadores de hanseníase menores de 1 (um) ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. Contatos de portadores de hanseníase com mais de 1 (um) ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose. Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose de BCG. Manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contra-indicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contra indicada em qualquer situação.
Vacina hepatite B (recombinante): Administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em recém-nascidos à termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses: 0, 1, 2 e 6 meses de vida. Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - CRIE, nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG administrar em locais anatômicos diferentes. A amamentação não traz riscos adicionais ao RN que tenha recebido a primeira dose da vacina e a imunoglobulina.
Visita Puerperal e Imunização no Rn: BCG e 1ª dose Hepatite B
A vacina contra a tuberculose (BCG - Bacilo de Calmette-Guérin) é elaborada a partir de uma bactéria atenuada de origem bovina (Mycobacterium bovis), que é semelhante ao microorganismo causador da doença (Mycobacterium tuberculosis). A BCG não impede a infecção e nem o desenvolvimento da tuberculose pulmonar, mas pode conferir certo grau de proteção para a meningite tuberculosa e para as formas disseminadas da doença.
O uso da BCG, que é bastante controverso, basicamente restringe-se aos países de maior prevalência da doença. No Brasil a BCG está no Calendário Básico de vacinação e sua aplicação é feita por via intradérmica no primeiro mês de vida. A indicação de doses subseqüentes de BCG na profilaxia da tuberculose é ainda mais desprovida de comprovação científica quanto à eficácia.
Após aplicação intradérmica da vacina é esperado o aparecimento de uma pápula ("pequeno caroço") avermelhada no local da aplicação em 2 a 6 semanas. Esta pápula pode atingir até 3 mm ao final da sexta semana e, a partir daí, regredir até desaparecer, deixando uma pequena cicatriz.
Eventos adversos
Os eventos adversos mais comumente associados à BCG ocorrem no local de aplicação da vacina. Em até 10% dos vacinados, ocorre formação de uma lesão ulcerada de cicatrização lenta (meses). É possível também a ocorrência de aumento dos gânglios linfáticos, em especial na cadeia axilar próxima ao local de aplicação que, por vezes, evolui para supuração (produção de pus), exigindo intervenção terapêutica. Podem ocorrer manifestações sistêmicas (febre, cansaço, cefaléia, dores musculares). As reações alérgicas graves (anafilaxia) são raras.
Contra-indicações e Precauções
A BCG está contra-indicada em indivíduos que tenham apresentado reação alérgica grave a dose prévia da vacina ou a seus componentes. É absolutamente contra-indicada em pessoas imunodeficientes, mesmo quando assintomáticas. É prudente adiar a vacinação em indivíduos com doença aguda grave ou crônica descompensada.
Hérnias (0 a 1 ano)
O que é uma hérnia?
A hérnia é uma pequena saliência que, em bebês, geralmente aparece perto do umbigo ou da virilha (inguinal) quando um órgão ou tecido está fora do lugar. Ela surge em uma abertura da parede muscular do bebê, que deveria estar fechada.
Nas primeiras semanas de gravidez, esta abertura é bem grande, para que os intestinos se formem do lado de fora do corpo da criança. No fim do primeiro trimestre, contudo, os intestinos voltam para dentro do abdome e a parede muscular se fecha, deixando um pequeno orifício só para a passagem do cordão umbilical. A hérnia, também chamada de herniação, surge quando as camadas de tecido, fluidos ou órgãos como os intestinos pressionam a abertura, provocando uma saliência e impedindo que ela se feche.
Um tipo menos comum de hérnia em bebês, que pode se desenvolver durante a gestação, é a hérnia de diafragma -- órgãos do abdome acabam entrando na caixa torácica, o que pode causar insuficiência respiratória grave no recém-nascido.
Hérnias de diafragma exigem cirurgia nas primeiras horas de vida (ou até dentro do útero). Hérnias inguinais são corrigidas cirurgicamente, sem urgência mas também sem demora. Já as hérnias umbilicais raramente exigem intervenção.
Nas primeiras semanas de gravidez, esta abertura é bem grande, para que os intestinos se formem do lado de fora do corpo da criança. No fim do primeiro trimestre, contudo, os intestinos voltam para dentro do abdome e a parede muscular se fecha, deixando um pequeno orifício só para a passagem do cordão umbilical. A hérnia, também chamada de herniação, surge quando as camadas de tecido, fluidos ou órgãos como os intestinos pressionam a abertura, provocando uma saliência e impedindo que ela se feche.
Um tipo menos comum de hérnia em bebês, que pode se desenvolver durante a gestação, é a hérnia de diafragma -- órgãos do abdome acabam entrando na caixa torácica, o que pode causar insuficiência respiratória grave no recém-nascido.
Hérnias de diafragma exigem cirurgia nas primeiras horas de vida (ou até dentro do útero). Hérnias inguinais são corrigidas cirurgicamente, sem urgência mas também sem demora. Já as hérnias umbilicais raramente exigem intervenção.
Hérnia umbilical
Mais comuns em meninas do que em meninos, as hérnias umbilicais ocorrem em entre 10 e 20 por cento das crianças, em bebês nascidos prematuros e em bebês negros. Na grande maioria das vezes, a condição não causa dor e não é prejudicial à criança.
Caso seu filho tenha uma hérnia umbilical, é possível que você note que a área em volta do umbigo incha quando ele chora ou faz força para evacuar, por exemplo. Isso normalmente acontece por causa da pressão de dentro do abdome.
Esse tipo de hérnia geralmente tem entre um e cinco centímetros.
Caso seu filho tenha uma hérnia umbilical, é possível que você note que a área em volta do umbigo incha quando ele chora ou faz força para evacuar, por exemplo. Isso normalmente acontece por causa da pressão de dentro do abdome.
Esse tipo de hérnia geralmente tem entre um e cinco centímetros.
É necessário fazer algum tratamento para tratar a hérnia umbilical?
Embora possam parecer um tanto assustadoras -- em casos raros chegam até a ficar do tamanho de um limão --, as hérnias umbilicais geralmente não representam problema. O importante é que a área não esteja sensível ou inchada demais e que a saliência seja mole.
Se o bebê estiver com algum desconforto, fale com o pediatra o mais rápido possível, porque algumas hérnias de fato exigem tratamento cirúrgico, com uma operação simples, que normalmente não exige nem que a criança durma no hospital.
O mais provável, no entanto, é que a hérnia vá embora por conta própria quando a criança estiver com 2 ou 3 anos. Depois disso, se ela não sumir, o pediatra vai avaliar a necessidade da cirurgia.
Em situações extremamente raras, um pedaço dos intestinos do bebê pode ficar preso na região, cortando o fluxo de sangue e exigindo uma intervenção cirúrgica imediata. Se você notar inchaço, sensibilidade ou mudança de cor na área, especialmente se seu filho estiver vomitando ou com dor, leve-o ao pronto-socorro com urgência.
Se o bebê estiver com algum desconforto, fale com o pediatra o mais rápido possível, porque algumas hérnias de fato exigem tratamento cirúrgico, com uma operação simples, que normalmente não exige nem que a criança durma no hospital.
O mais provável, no entanto, é que a hérnia vá embora por conta própria quando a criança estiver com 2 ou 3 anos. Depois disso, se ela não sumir, o pediatra vai avaliar a necessidade da cirurgia.
Em situações extremamente raras, um pedaço dos intestinos do bebê pode ficar preso na região, cortando o fluxo de sangue e exigindo uma intervenção cirúrgica imediata. Se você notar inchaço, sensibilidade ou mudança de cor na área, especialmente se seu filho estiver vomitando ou com dor, leve-o ao pronto-socorro com urgência.
Hérnia inguinal
É também uma saliência que ocorre quando líquido, gordura, tecidos ou parte de um órgão (como intestinos ou ovário, no caso de menina) passam através do abdome para a região do canal inguinal na virilha, a área entre o abdome e a coxa. Esse tipo de hérnia tende a ser mais óbvio que a umbilical, embora às vezes só dê para notar quando a criança está de pé ou andando.
A hérnia inguinal é comum?
Cerca de um a cada 20 bebês nasce com uma hérnia inguinal e até 30 por cento dos prematuros podem ser afetados. Ela atinge mais meninos do que meninas. Isso talvez ocorra porque, durante a gestação, os testículos se desenvolvem no abdome até mais ou menos os 7 meses de gravidez, quando atravessam a parede abdominal e seguem, através do canal inguinal, até a bolsa (ou saco) escrotal.
A partir daí, o canal teria que se fechar, mas isso nem sempre acontece, e os testículos podem se movimentar e se instalar na parede abdominal. Em alguns casos, a hérnia pode aparecer na própria região escrotal.
Em meninas, a hérnia pode ser causada por uma parte da trompa de Falópio ou de um ovário que ficam salientes. Há ainda casos de hérnia na área genital, quando a vulva aumenta de repente de tamanho, normalmente mais de um lado que do outro.
A partir daí, o canal teria que se fechar, mas isso nem sempre acontece, e os testículos podem se movimentar e se instalar na parede abdominal. Em alguns casos, a hérnia pode aparecer na própria região escrotal.
Em meninas, a hérnia pode ser causada por uma parte da trompa de Falópio ou de um ovário que ficam salientes. Há ainda casos de hérnia na área genital, quando a vulva aumenta de repente de tamanho, normalmente mais de um lado que do outro.
Acho que meu filho tem uma hérnia na virilha. O que faço?
Se você suspeita que seu bebê tem um hérnia deste tipo, consulte o pediatra. Ele provavelmente vai recomendar uma operação simples para tratá-la, já que, embora não seja prejudicial, a alça intestinal pode em algum momento ficar presa e bloquear o fluxo sanguíneo na região, o que causaria dano permanente ao tecido.
Se isso ocorrer, você vai notar que o caroço de repente ficou maior, mais duro ou mais escuro e que não é possível reposicioná-lo novamente na parede abdominal. A criança poderá sentir dor e vomitar. Neste caso, contate o pediatra e vá para o pronto-socorro imed iatamente, porque será necessário realizar uma cirurgia.
Se isso ocorrer, você vai notar que o caroço de repente ficou maior, mais duro ou mais escuro e que não é possível reposicioná-lo novamente na parede abdominal. A criança poderá sentir dor e vomitar. Neste caso, contate o pediatra e vá para o pronto-socorro imed iatamente, porque será necessário realizar uma cirurgia.
Fonte: Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Por um mundo mais inclusivo: Orientação para os Cirurgiões-Dentistas para uma atuação adequada no atendimento de pessoas com deficiência.
A TdB, em parceria com a ONG Vez da Voz, iniciou o projeto Vez do Bem com o objetivo de orientar cirurgiões-dentistas para uma atuação adequada no atendimento de pessoas com deficiência.
Atualmente, no Brasil, mais de 24 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência. Lutar pela inclusão e cobrar condições apropriadas para que essas pessoas possam realizar suas atividades rotineiras como trabalhar, frequentar a escola, ir ao shopping, supermercado ou dentista, é a missão da Vez da Voz. A Turma do Bem, sensível a causa, quer contribuir mostrando aos nossos voluntários como atitudes – muitas vezes, simples - podem fazer uma grande diferença no momento do atendimento odontológico do deficiente e ainda ser um diferencial para o profissional.
Com base nessa proposta, foram realizados encontros semanais com dentistas voluntários da rede, especialistas e pessoas com deficiência para um levantamento dos pontos críticos que devem ser levados em consideração pelo dentista no momento do atendimento. Em cada reunião foi abordada uma deficiência diferente: auditiva, intelectual, visual e física.
Como resultado, foi produzido esse manual com dicas de atendimento que você poderá imprimir e consultar sempre que necessário.
Atualmente, no Brasil, mais de 24 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência. Lutar pela inclusão e cobrar condições apropriadas para que essas pessoas possam realizar suas atividades rotineiras como trabalhar, frequentar a escola, ir ao shopping, supermercado ou dentista, é a missão da Vez da Voz. A Turma do Bem, sensível a causa, quer contribuir mostrando aos nossos voluntários como atitudes – muitas vezes, simples - podem fazer uma grande diferença no momento do atendimento odontológico do deficiente e ainda ser um diferencial para o profissional.
Com base nessa proposta, foram realizados encontros semanais com dentistas voluntários da rede, especialistas e pessoas com deficiência para um levantamento dos pontos críticos que devem ser levados em consideração pelo dentista no momento do atendimento. Em cada reunião foi abordada uma deficiência diferente: auditiva, intelectual, visual e física.
Como resultado, foi produzido esse manual com dicas de atendimento que você poderá imprimir e consultar sempre que necessário.
O RESPEITO Á DIVERSIDADE HUMANA É O PRIMEIRO PASSO PARA CONSTRUIRMOS UMA SOCIEDADE INCLUSIVA!
Para facilitar o entendimento, dividimos o manual por deficiência e em formato de perguntas e respostas. Estas são questões que surgem no cotidiano das pessoas e vai ajudá-lo em diversas situações, inclusive no consultório.
Deficiência Auditiva
É a impossibilidade ou dificuldade de ouvir. Existem diferentes tipos de perdas auditivas: leves, moderadas, severas e profundas. A maior dificuldade para essas pessoas é a comunicação. Nem todo surdo é mudo. Existe uma deficiência auditiva, mas não de fala. Todos têm laringe (o órgão responsável pela produção dos sons). Os surdos não falam porque não escutam e, assim, não aprenderam o som das letras. Alguns surdos falam e fazem leitura labial – são oralizados.
O que é?
O profissional que for atender um paciente com deficiência auditiva deve falar claramente, devagar e com linguagem simples.
Evite gesticular de forma exagerada
Não fale alto, os sons agudos são de percepção difícil para quem tem deficiência auditiva.
Se o paciente estiver com um acompanhante, este poderá ajudar nas instruções e demonstrações de higiene bucal, de forma a auxiliá-lo em casa.
Utilize imagens, exemplifique a escovação dos dentes e a utilização do fio dental.
Quando se trata de um paciente deficiente auditivo,
DICAS DE COMO PROCEDER AO RECEBER UM PACIENTE COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO CONSULTÓRIO
O aparelho auditivo amplifica o som, por isso antes de iniciar a consulta, pergunte ao paciente se ele gostaria de retirá-lo.
Quando estiver conversando com ele, retire a máscara de proteção.
O profissional que for atender um paciente com deficiência auditiva deve falar claramente, devagar e com linguagem simples.
Evite gesticular de forma exagerada.
Não fale alto, os sons agudos são de percepção difícil para quem tem deficiência auditiva.
Se o paciente estiver com um acompanhante, este poderá ajudar nas instruções e demonstrações de higiene bucal, de forma a auxiliá-lo em casa.
Utilize imagens, exemplifique a escovação dos dentes e a utilização do fio dental.
Quando se trata de um paciente deficiente auditivo,
Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais
As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.
Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês por exemplo.
Deficiência Visual
É quando a pessoa não enxerga ou tem visão reduzida. A capacidade de enxergar pouco é conhecida como baixa visão ou visão subnormal. A maioria dos deficientes visuais utiliza o método braile em diversas áreas como: escrita, matemática, música, química, informática, entre outras.
DICAS DE COMO PROCEDER AO RECEBER UM PACIENTE COM DEFICIÊNCIA VISUAL
NO CONSULTÓRIO
NO CONSULTÓRIO
Fale em um tom de voz normal (nem mais alto, nem mais baixo)
Por mais que você queira ser gentil, não trate a pessoa de maneira infantilizada usando diminutivos.
Ao se apresentar, toque de leve o braço da pessoa e ofereça ajuda. Exemplo:
- Oi, eu sou o Dr. José. Você precisa de ajuda?
- Oi, eu sou o Dr. José. Você precisa de ajuda?
Caso a pessoa aceite a ajuda, a maneira mais adequada de andar é ficar em frente à pessoa cega, que irá segurar no ombro, cotovelo ou braço. É pelo movimento do seu corpo que ela saberá o que fazer.
Fale diretamente com a pessoa com deficiência visual, mesmo se ele estiver acompanhado. O acompanhante apenas auxilia na locomoção. O cego é capaz de se comunicar perfeitamente.
Ao subir ou descer a escada, coloque a mão da pessoa no corrimão e informe o que será feito.
Se o deficiente quiser sentar-se, coloque a mão da pessoa cega sobre o braço ou o encosto da cadeira e ela será capaz de sentar com facilidade.
Se o deficiente quiser sentar-se, coloque a mão da pessoa cega sobre o braço ou o encosto da cadeira e ela será capaz de sentar com facilidade.
Em locais estreitos, onde só passa uma pessoa, colocar o seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa continuar a lhe seguir
Sempre descreva o lugar e explique o que há na frente e dos lados. Isso facilita a noção de espaço.
Principalmente a sala de atendimento antes dela sentar-se na cadeira.
Antes de iniciar o trabalho, explique o que você irá fazer. Faça-o sentir os instrumentos com as mãos antes de ir à boca.
Avise sobre portas entreabertas ou obstáculos no caminho.
Nunca segure a bengala.
Não fique constrangido em usar palavras como “ver” ou “ olhar”. Como por exemplo: Você viu o jogo ontem?
Se houver algo de errado com a aparência (roupa ou higiene pessoal) da pessoa com deficiência, como por exemplo: zíper aberto, camisa suja, tênis desamarrado ou dente sujo, avise!
Não esqueça de avisar quando for sair de perto para que a pessoa cega não fique falando sozinha
Caso a pessoa cega esteja acompanhada de seu cão-guia, evite distrair o animal. Esses animais são treinados para guiar o seu dono.
Na recepção do consultório:
O funcionário deve apresentar-se dizendo seu nome e oferecer ajuda.
Na hora do pagamento, o funcionário pode descrever quantas e quais notas serão entregues ao cliente cego. Por exemplo: Edson, estou entregando ao senhor cinco notas de R$10. O funcionário deve aguardar a pessoa com deficiência visual arrumar as notas em sua carteira. Depois deve entregar as notas seguintes da mesma maneira.
Deficiência Física
É quando a pessoa tem alguma limitação de movimento. A deficiência física engloba vários tipos de limitações motoras como: paraplegia, tetraplegia, paralisia cerebral e amputação. É comum o uso do termo “acessibilidade” para definir a possibilidade de alcance, em condições de segurança e autonomia, pelo cidadão com mobilidade reduzida. Isso inclui: espaços, mobiliário, equipamentos urbanos, transportes, sistemas, meios de comunicação, uso de produtos, serviços e informação.
DICAS DE COMO PROCEDER AO RECEBER UM PACIENTE COM DEFICIÊNCIA FÍSICA
NO CONSULTÓRIO
NO CONSULTÓRIO
Não se apóie na cadeira de rodas. Isso pode causar incômodo à pessoa com deficiência.
Use palavras como “correr” e “andar” naturalmente. As pessoas com deficiência física também utilizam estes termos.
Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão e perguntar como deve proceder.
Se estiver acompanhando uma pessoa que anda devagar, procure acompanhar o seu ritmo.
Para conversar com uma pessoa em cadeira de rodas, caso a conversa seja prolongada, sente-se para ficar no mesmo nível de seu olhar.
A pessoa com paralisia cerebral pode apresentar alguma dificuldade na comunicação. No entanto, na maioria das vezes, o seu raciocínio está intacto. Caso você não compreenda o que a pessoa diz, peça que repita ou escreva, respeitando o ritmo da sua fala.
Cuidado na transferência do paciente da cadeira de rodas para a cadeira de atendimento. Abaixe a cadeira odontológica para a transferência de chegada e eleve-a na saída.
Deficiência Intelectual
Uma pessoa com essa deficiência, segundo conceito da Associação Americana de Deficiência Mental, tem um funcionamento intelectual inferior à média (QI). Geralmente, a manifestação da deficiência acontece antes dos dezoito anos e as limitações podem estar associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, uso de recursos na comunidade, saúde e segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho.
DICAS DE COMO PROCEDER AO RECEBER UM PACIENTE COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO CONSULTÓRIO
Não tenha receio de orientar uma pessoa com deficiência intelectual caso perceba alguma situação duvidosa ou inadequada. É preciso que você seja claro em suas orientações.
O tempo de aprendizado da pessoa com deficiência intelectual é diferente, mas jamais subestime sua inteligência.
Não incentive atitudes ou falas infantis, elogios desnecessários no diminutivo. Se for criança, trate como criança, se for adolescente, idem.
NÃO SE ESQUEÇA QUE...
Ressaltamos que, em todos os tipos de deficiência, os fatores mais importantes para o atendimento odontológico do paciente é a compreensão, compaixão e paciência, sendo que uma mudança de atitude e a humanização é mais importante que qualquer técnica.
A ansiedade gerada pelas dificuldades na comunicação e locomoção é um ponto importante a ser levado em consideração no atendimento de pessoas com deficiência. Muito mais do que um paciente normal. Por isso, converse antes da primeira consulta que é a mais importante.
Não esqueça de interar-se sobre o histórico médico e odontológico do paciente.
Antes de iniciar o tratamento, ajude o paciente a se familiarizar com o ambiente.
O cirurgião-dentista deve reservar as primeiras horas de atendimento para pacientes com deficiência. Assim, o profissional estará mais descansado física e mentalmente.
A ansiedade gerada pelas dificuldades na comunicação e locomoção é um ponto importante a ser levado em consideração no atendimento de pessoas com deficiência. Muito mais do que um paciente normal. Por isso, converse antes da primeira consulta que é a mais importante.
Não esqueça de interar-se sobre o histórico médico e odontológico do paciente.
Antes de iniciar o tratamento, ajude o paciente a se familiarizar com o ambiente.
O cirurgião-dentista deve reservar as primeiras horas de atendimento para pacientes com deficiência. Assim, o profissional estará mais descansado física e mentalmente.
Fonte:
TURMA DO BEM
Tel.: 11 5084-7276
www.turmadobem.org.br
comunicacao@turmadobem.org.br
Tel.: 11 5084-7276
www.turmadobem.org.br
comunicacao@turmadobem.org.br
VEZ DA VOZ
Tel.: 19 3253 0404
www.vezdavoz.com.br
Tel.: 19 3253 0404
www.vezdavoz.com.br
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Dia Nacional da Mamografia e Dia da Papiloscopia - 05/ fevereiro
No Dia Nacional da Mamografia (5) o objetivo é sensibilizar mulheres sobre a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama. Uma das principais causas de morte entre as mulheres no mundo, o câncer de mama, é também a doença que mais leva a óbito as brasileiras. O tratamento só é eficaz se o câncer for descoberto no início e o exame que detecta o problema é a mamografia. O ideal é que o primeiro seja feito pela mulher entre 35 e 40 anos. Depois dos 40, o exame deve ser feito anualmente.A ciência afirma que não há como prevenir primariamente o tumor mamário. Contudo, algumas medidas sugerem uma leve redução nas chances da doença. Segundo a Associação Brasileira de Mastologia, estudos iniciais apontam que o nível elevado de vitamina “D” no sangue e o exercício físico e consequentemente o controle do peso corpóreo podem ajudar nessa batalha.
As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos. As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.
Autoconhecimento das Mamas: passo a passo * Conheça seu risco
Converse com seus familiares para conhecer o histórico de doenças em sua família, especialmente sobre casos de câncer.
Converse com seu médico sobre a sua história de doenças e pergunte sobre o seu risco pessoal para câncer de mama.
* Saiba o que é normal para você
Fique atenta e fale imediatamente com o seu médico diante das seguintes alterações das mamas:
- região mais quente, inchada ou escura
- caroço, endurecimento ou engrossamento
- mudança de forma ou tamanho
- inversão do mamilo (quando o bico volta-se para dentro), caso você não tivesse isto anteriormente
- covinha ou enrugamento da pele
- dor contínua, que não cede naturalmente
Secreção que se inicia de repente no mamilo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Despedida de um amigo de trabalho: Odontólogo Cássio Amaral

Poema
Se por um instante Deus esquecesse de que somos uma marionete de pano e nos presenteasse com mais um pouco de vida ao teu lado, possivelmente não diríamos tudo o que pensamos, mas definitivamente pensaríamos em tudo o que dissemos.
Por tanto, pensando no que dissemos, fizemos e sentimos, percebemos que os momentos de história que realizamos juntos foram mais grandiosos do que pequenos.
Trabalhamos, mas também rimos muito, e podemos dizer que se Deus nos concedesse mais um pouco de vida ao seu lado, morreríamos de tanto rir.
Neste momento palavras perdem o sentido diante das lágrimas contidas na saudades que iremos sentir, mas sorriso é o que te demonstraremos neste instante por ser o motivo deste até logo...
Sempre há um amanhã e a vida nos dá sempre mais uma oportunidade para fazermos as coisas bem, e temos que aproveitar cada oportunidade, por isso sabemos que você tem que ir, mas ficaremos aqui torcendo pelo seu sucesso hoje e sempre. Que você faça mais histórias maravilhosas e intensas como foi a nossa.
Hoje é apenas a última vez que você verá as pessoas que conviveu no trabalho, mas o início de uma vida de convivência de amigos eternos.
Uma despedida é necessária antes de podermos nos encontrar outra vez.
Que nossas despedidas sejam um eterno reencontro.
Postado por
Silvana Lima
às
12:12
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Palestra sobre Hanseníase - realizada em 27/01/2012.
A palestra visa informar a população a respeito dos sintomas da doença, que deve ser diagnosticada precocemente. A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa, de evolução lenta, que se manifesta principalmente através de lesões na pele. As lesões, que podem ser lisas ou elevadas, apresentam sempre alteração de sensibilidade, e podem ser manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas, em qualquer área do corpo. Ela pode atingir cidadãos de qualquer idade ou sexo. De acordo com levantamentos do Ministério da Saúde, pelo menos 47 mil casos de hanseníase são detectados a cada ano, 8% deles em menores de 15 anos, salientando que a doença se transmite de uma pessoa para a outra por meio de gotas eliminadas no ar pela tosse, fala ou espirro.
Outros sintomas da hanseníase são caroços avermelhados ou acastanhados, áreas da pele que formigam ou pinicam e vão ficando dormentes, com diminuição ou ausência de dor, de sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. Os locais de maior incidência são no rosto, orelhas, costas, braços, nádegas e pernas. A doença é de fácil diagnóstico, além de ter tratamento e cura. Mas se for descoberta tardiamente, ela pode trazer graves consequências aos portadores e seus familiares, principalmente pelas lesões.No município, os pacientes são atendidos gratuitamente por meio do Programa de Tuberculose/Hanseníase, que funciona nas Unidades Saúde da Família. Eles recebem consulta médica com dermatologista e acompanhamento por uma equipe multidisciplinar, formada também por um enfermeiro e uma assistente social.O programa distribui ainda os medicamentos necessários visando garantir o tratamento das pessoas cadastradas.
sábado, 28 de janeiro de 2012
30/ janeiro- Dia Mundial da Não Violência
A violência institucional é uma das marcas mais fortes do atendimento obstétrico no Brasil. Seja em hospitais particulares ou públicos, as agressões ultrapassam o limiar físico para chegar ao psicológico. Acontece quando uma mulher, já privada de seu corpo sem pelos, sem fezes, é privada de sua voz. A vocalização, auxílio importante para a fase expulsiva do parto, é calada com desdém: “Na hora de fazer não gritou.”, é o lugar-comum da equipe obstétrica. Em vez de obedecer seu corpo, a mulher deve obedecer o comando médico: “Faz força, mãe!”
No SUS, é comum ouvir frases como “Não grita não, mãezinha, que ano que vem você tá aqui de novo”. No atendimento particular, as mulheres que insistem em um parto normal livre de intervenções são chamadas nos bastidores de “frescas” ou “afetadas”. Perceber que o erro nesse caso é do atendimento, e não da mulher, é o primeiro passo para começar a combater a violência cometida contra elas.
Na blogosfera internacional existe o termo Birth Rape para designar os maus-tratos sofridos pelas parturientes nas mãos da equipe obstétrica. Se lhe parece um pouco agressiva a comparação com um estupro, imagine que você não quer fazer sexo – de jeito nenhum -, então seu marido lhe dá duas opções: anal ou oral. E aí? Você tem que escolher uma dessas duas opções?
Agora veja um ultimato desses recebido na situação da parturiente, fragilizada, em uma situação onde ela precisa se entregar à si mesma, mas está sendo obrigada a se entregar ao médico. E o pior: a vida da criança está sendo colocada em jogo, mesmo que não esteja em risco. Como isso é justo? Como isso pode ser considerado normal? Como podemos argumentar que a equipe obstétrica não tem nenhuma culpa no aumento dos índices da cesariana, se estão oferecendo a cruz ou a espada?
É extremamente importante fazer com que as mulheres percebam que elas não podem ser tratadas desse jeito. Difícil, uma vez que a auto-estima da maioria esmagadora das mulheres no Brasil é formada por músicas que as chamam de cachorras e homens que a tratam pior do que aos seus animas de estimação. O que esperar do médico? Principalmente quando essa forma de violência já se tornou rotineira? A realidade da obstetrícia no Brasil (não só nos índices) precisa começar a mudar. E essa mudança não deve ser oferecendo cesarianas na rede pública, mas sim, oferecendo um atendimento digno em qualquer lugar.
Agora veja um ultimato desses recebido na situação da parturiente, fragilizada, em uma situação onde ela precisa se entregar à si mesma, mas está sendo obrigada a se entregar ao médico. E o pior: a vida da criança está sendo colocada em jogo, mesmo que não esteja em risco. Como isso é justo? Como isso pode ser considerado normal? Como podemos argumentar que a equipe obstétrica não tem nenhuma culpa no aumento dos índices da cesariana, se estão oferecendo a cruz ou a espada?
É extremamente importante fazer com que as mulheres percebam que elas não podem ser tratadas desse jeito. Difícil, uma vez que a auto-estima da maioria esmagadora das mulheres no Brasil é formada por músicas que as chamam de cachorras e homens que a tratam pior do que aos seus animas de estimação. O que esperar do médico? Principalmente quando essa forma de violência já se tornou rotineira? A realidade da obstetrícia no Brasil (não só nos índices) precisa começar a mudar. E essa mudança não deve ser oferecendo cesarianas na rede pública, mas sim, oferecendo um atendimento digno em qualquer lugar.
O Dia da Não-Violência, comemorado em 30 de janeiro. Há uma razão histórica e espiritual para a escolha dessa data. Em 1948, no dia 30, Mahatma Gandhi, líder indiano fundador do movimento de não-violência, foi brutalmente assassinado aos 78 anos.
No dia de hoje, nós devemos pensar em todos os tipos de violência: As mulheres, crianças, cidadãos, portadores de necessidades especiais, adolescentes, animais, ao meio ambiente, urbana, etc.
Mas também devemos refletir sobre certas atitudes nossas que também são um tipo de violência como tratar mal as pessoas que estão ao nosso redor, tentar levar vantagem em cima delas, fazer fofocas e intrigas, levantar calúnias. Eu considero esses “pequenos” atos como um tipo de violência também, afinal, eles também fazem muito mal na vida das pessoas envolvidas. Esse é um dos principais tipos de violência que devemos combater. Que a não-violência comece em nós.
Mas também devemos refletir sobre certas atitudes nossas que também são um tipo de violência como tratar mal as pessoas que estão ao nosso redor, tentar levar vantagem em cima delas, fazer fofocas e intrigas, levantar calúnias. Eu considero esses “pequenos” atos como um tipo de violência também, afinal, eles também fazem muito mal na vida das pessoas envolvidas. Esse é um dos principais tipos de violência que devemos combater. Que a não-violência comece em nós.
Postado por
Silvana Lima
às
15:10
3 comentários:
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