Após um ano de atividades na USF, conseguimos realizar as reuniões de forma sistemática e regular e os profissionais têm a compreensão desta ação como ferramenta importante para troca de experiências, planejamento e comunicação. Conseguimos fazer desses períodos um momento de discussão de casos, busca de soluções e estratégias para abordagem das famílias em maior risco, planejamento de ações desenvolvidas (visitas, campanhas...), reflexão sobre temas e realização de palestras sobre processo de trabalho em saúde, SUS, ações da equipe multiprofissional na atenção integral à saúde da comunidade. Percebemos que as reuniões incentivam a participação de cada integrante que pode contribuir com suas opiniões, habilidades e conhecimentos para a melhoria da qualidade da assistência aos usuários e das relações de trabalho no cotidiano do serviço, valorizando a subjetividade dos sujeitos e estimulando a co-responsabilidade e integração no trabalho em equipe.
"Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos.” Warren Bennis
Estamos presente na dor, porque já estivemos muito perto do sofrimento. Servirmos ao próximo, porque sabemos que todos nós um dia precisamos de ajuda. Escolhemos o branco, porque queremos transmitir paz. Escolhemos publicar nossas ações, porque queremos transmitir fontes de saber. Escolhemos nos dedicar à saúde, porque respeitamos a vida.
"Trabalho não é apenas um meio de ganhar dinheiro ou de ser aceito e admirado. Muito mais do que isso, pode ser um meio de ser feliz, de se realizar, de fazer um mundo melhor."
"Trabalho não é apenas um meio de ganhar dinheiro ou de ser aceito e admirado. Muito mais do que isso, pode ser um meio de ser feliz, de se realizar, de fazer um mundo melhor."
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA, DE SAÚDE BUCAL E DE ACS
As atribuições globais abaixo descritas podem ser complementadas com diretrizes e normas da gestão local.
1 - SÃO ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS:
I - participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos, inclusive aqueles relativos ao trabalho, e da atualização contínua dessas informações, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local;
II - realizar o cuidado em saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações,entre outros), quando necessário;
III - realizar ações de atenção integral conforme a necessidade de saúde da população local, bem como as previstas nas prioridades e protocolos da gestão local;
IV - garantir a integralidade da atenção por meio da realização de ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e curativas; e da garantia de atendimento da demanda espontânea, da realização das ações programáticas e de vigilância à saúde;
V - realizar busca ativa e notificação de doenças e agravos de notificação compulsória e de outros agravos e situações de importância local;
VI - realizar a escuta qualificada das necessidades dos usuários em todas as ações, proporcionando atendimento humanizado e viabilizando o estabelecimento do vínculo;
VII - responsabilizar-se pela população adscrita, mantendo a coordenação do cuidado mesmo quando esta necessita de atenção em outros serviços do sistema de saúde;
VIII - participar das atividades de planejamento e avaliação das ações da equipe, a partir da utilização dos dados disponíveis;
IX - promover a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar o controle social;
X - identificar parceiros e recursos na comunidade que possam potencializar ações intersetoriais com a equipe, sob coordenação da SMS;
XI - garantir a qualidade do registro das atividades nos sistemas nacionais de informação na Atenção Básica;
XII - participar das atividades de educação permanente; e
XIII - realizar outras ações e atividades a serem definidas de acordo com as prioridades locais.
2 - SÃO ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS
Além das atribuições definidas, são atribuições mínimas específicas de cada categoria profissional, cabendo ao gestor municipal ou do Distrito Federal ampliá-las, de acordo com as especificidades locais.
I - desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade;
II - trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida, a microárea;
III - estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e a prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe;
IV - cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados;
V - orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis;
VI - desenvolver atividades de promoção da saúde, de prevenção das doenças e de agravos, e de vigilância à saúde, por meio de visitas domiciliares e de ações educativas individuais e coletivas nos domicílios e na comunidade, mantendo a equipe informada, principalmente a respeito daquelas em situação de risco;
VII - acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade, de acordo com as necessidades definidas pela equipe; e
VIII - cumprir com as atribuições atualmente definidas para os ACS em relação à prevenção e ao controle da malária e da dengue, conforme a Portaria nº 44/GM, de 3 de janeiro de 2002.
Nota: É permitido ao ACS desenvolver atividades nas unidades básicas de saúde, desde que vinculadas às atribuições acima.
Do Enfermeiro do Programa Agentes Comunitários de Saúde:
I - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;
II - supervisionar, coordenar e realizar atividades de qualificação e educação permanente dos ACS, com vistas ao desempenho de suas funções;
III - facilitar a relação entre os profissionais da Unidade Básica de Saúde e ACS, contribuindo para a organização da demanda referenciada;
IV - realizar consultas e procedimentos de enfermagem na Unidade Básica de Saúde e, quando necessário, no domicílio e na comunidade;
V - solicitar exames complementares e prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposições legais da profissão;
VI - organizar e coordenar grupos específicos de indivíduos e famílias em situação de risco da área de atuação dos ACS; e
VII - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da UBS.
Do Enfermeiro:
I - realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos indivíduos e famílias na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc), em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade;
II - conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposições legais da profissão, realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicações;
III - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;
IV - supervisionar, coordenar e realizar atividades de educação permanente dos ACS e da equipe de enfermagem;
V - contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do Auxiliar de Enfermagem, ACD e THD; e
VI - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
Do Médico:
I - realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos indivíduos e famílias em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade;
II - realizar consultas clínicas e procedimentos na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc);
III - realizar atividades de demanda espontânea e programada em clínica médica, pediatria, ginecoobstetrícia, cirurgias ambulatoriais, pequenas urgências clínico-cirúrgicas e procedimentos para fins de diagnósticos;
IV - encaminhar, quando necessário, usuários a serviços de média e alta complexidade, respeitando fluxos de referência e contra-referência locais, mantendo sua responsabilidade pelo acompanhamento do plano terapêutico do usuário, proposto pela referência;
V - indicar a necessidade de internação hospitalar ou domiciliar, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário;
VI - contribuir e participar das atividades de Educação Permanente dos ACS, Auxiliares de Enfermagem, ACD e THD; e
VII - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
Do Auxiliar e do Técnico de Enfermagem:
I - participar das atividades de assistência básica realizando procedimentos regulamentados no exercício de sua profissão na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc);
II - realizar ações de educação em saúde a grupos específicos e a famílias em situação de risco, conforme planejamento da equipe; e
III - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
Do auxiliar de Consultório Dentário (ACD):
I - realizar ações de promoção e prevenção em saúde bucal para as famílias, grupos e indivíduos, mediante planejamento local e protocolos de atenção à saúde;
II - proceder à desinfecção e à esterilização de materiais e instrumentos utilizados;
III - preparar e organizar instrumental e materiais necessários;
IV - instrumentalizar e auxiliar o cirurgião dentista e/ou o THD nos procedimentos clínicos;
V - cuidar da manutenção e conservação dos equipamentos odontológicos;
VI - organizar a agenda clínica;
VII - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da equipe de saúde da família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar; e
VIII - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
Do Técnico em Higiene Dental (THD):
I - realizar a atenção integral em saúde bucal (promoção, prevenção, assistência e reabilitação) individual e coletiva a todas as famílias, a indivíduos e a grupos específicos, segundo programação e de acordo com suas competências técnicas e legais;
II - coordenar e realizar a manutenção e a conservação dos equipamentos odontológicos;
III - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da equipe de Saúde da Família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.
IV - apoiar as atividades dos ACD e dos ACS nas ações de prevenção e promoção da saúde bucal; e
V - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
Do Cirurgião Dentista:
I - realizar diagnóstico com a finalidade de obter o perfil epidemiológico para o planejamento e a programação em saúde bucal;
II - realizar os procedimentos clínicos da Atenção Básica em saúde bucal, incluindo atendimento das urgências e pequenas cirurgias ambulatoriais;
III - realizar a atenção integral em saúde bucal (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) individual e coletiva a todas as famílias, a indivíduos e a grupos específicos, de acordo com planejamento local, com resolubilidade;
IV - encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo sua responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento;
V - coordenar e participar de ações coletivas voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças bucais;
VI - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da Equipe de Saúde da Família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.
VII - contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do THD, ACD e ESF;
VIII - realizar supervisão técnica do THD e ACD; e
IX - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
FONTE: PORTARIA N
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Visita Domiciliar realizada pelo Agente Comunitário de Saúde: Pesagem de crianças
Acompanhamento do Agente Comunitário relacionados à criança de 0 a 2 anos
- acompanhamento imensal do peso, com pesagem no domicílio;
- identificação e encaminhamento de casos suspeitos de desnutrição;
- controle do estado de imunização;
- orientação para o aleitamento;
- orientação para o tratamento de diarréias com TRO;
- identificação, orientação e/ou encaminhamento de problemas comuns, tais como infecções respiratórias, doenças de pele, verminose, catapora, febre, piolho, coqueluche e sarampo.
PUERICULTURA: Assistência de Enfermagem à criança na Unidade ESF- Atendimento realizado em 17/01/12
Objetivos
Atender a todas as crianças de 0 a 2 anos, desenvolvendo ações de promoção à saúde e prevenção de doenças ou agravos, prestando assistência de forma integrada, acompanhando o processo de crescimento e desenvolvimento, monitorando os fatores de risco ao nascer e evolutivo, garantindo um atendimento de qualidade.
- Diminuir o índice de morbi-mortalidade infantil- Prevenir doenças evitáveis na infância
- Aumentar cobertura vacinal
- Realizar calendário de atendimento da criança no município
- Proporcionar assistência diferenciada e vigilância sobre o recém nascido e outras
- Estimular o aleitamento materno
- Proprocionar um sistema de vigilância e combate à desnutrição infantil
- Promover a intersetorialidade.
- Encaminhar para consulta médica a qualquer agravo e/ou alteração
Visita Puerperal e Retirada de Pontos Pós-Operatório
AÇÕES EM RELAÇÃO À PUÉRPERA
Anamnese
Verificar o cartão da gestante ou perguntar à mulher sobre:
• Condições da gestação;
• Condições do atendimento ao parto e ao recém-nascido;
• Dados do parto (data; tipo de parto; se cesárea, qual a indicação);
• Se houve alguma intercorrência na gestação, no parto ou no pós-parto
(febre, hemorragia, hipertensão, diabetes, convulsões, sensibilização Rh);
• Se recebeu aconselhamento e realizou testagem para sífilis ou HIV durante
a gestação e/ou parto;
• Uso de medicamentos (ferro, ácido fólico, vitamina A, outros).
Perguntar como se sente e indagar sobre:
• Aleitamento (freqüência das mamadas – dia e noite –, dificuldades
na amamentação, satisfação do RN com as mamadas, condições das
mamas);
• Alimentação, sono, atividades;
• Dor, fluxo vaginal, sangramento, queixas urinárias, febre;
• Planejamento familiar (desejo de ter mais filhos, desejo de usar método
contraceptivo, métodos já utilizados, método de preferência);
• Condições psicoemocionais (estado de humor, preocupações, desânimo,
fadiga, outros);
• Condições sociais (pessoas de apoio, enxoval do bebê, condições para
atendimento de necessidades básicas).
Avaliação clínico-ginecológica:
• Verificar dados vitais;
• Avaliar o estado psíquico da mulher;
• Observar estado geral: pele, mucosas, presença de edema, cicatriz (parto
normal com episiotomia ou laceração/cesárea) e membros inferiores;
Anamnese
Verificar o cartão da gestante ou perguntar à mulher sobre:
• Condições da gestação;
• Condições do atendimento ao parto e ao recém-nascido;
• Dados do parto (data; tipo de parto; se cesárea, qual a indicação);
• Se houve alguma intercorrência na gestação, no parto ou no pós-parto
(febre, hemorragia, hipertensão, diabetes, convulsões, sensibilização Rh);
• Se recebeu aconselhamento e realizou testagem para sífilis ou HIV durante
a gestação e/ou parto;
• Uso de medicamentos (ferro, ácido fólico, vitamina A, outros).
Perguntar como se sente e indagar sobre:
• Aleitamento (freqüência das mamadas – dia e noite –, dificuldades
na amamentação, satisfação do RN com as mamadas, condições das
mamas);
• Alimentação, sono, atividades;
• Dor, fluxo vaginal, sangramento, queixas urinárias, febre;
• Planejamento familiar (desejo de ter mais filhos, desejo de usar método
contraceptivo, métodos já utilizados, método de preferência);
• Condições psicoemocionais (estado de humor, preocupações, desânimo,
fadiga, outros);
• Condições sociais (pessoas de apoio, enxoval do bebê, condições para
atendimento de necessidades básicas).
Avaliação clínico-ginecológica:
• Verificar dados vitais;
• Avaliar o estado psíquico da mulher;
• Observar estado geral: pele, mucosas, presença de edema, cicatriz (parto
normal com episiotomia ou laceração/cesárea) e membros inferiores;
• Examinar mamas, verificando a presença de ingurgitamento, sinais
inflamatórios, infecciosos ou cicatrizes que dificultem a amamentação;
• Examinar abdômen, verificando a condição do útero e se há dor à
palpação;
• Examinar períneo e genitais externos (verificar sinais de infecção, presença
e características de lóquios);
• Verificar possíveis intercorrências: alterações emocionais, hipertensão,
febre, dor em baixo-ventre ou nas mamas, presença de corrimento com
odor fétido, sangramentos intensos. No caso de detecção de alguma
dessas alterações, solicitar avaliação médica imediata, caso o atendimento
esteja sendo feito por outro profissional da equipe;
• Observar formação do vínculo entre mãe e filho;
• Observar e avaliar a mamada para garantia do adequado posicionamento
e pega da aréola. O posicionamento errado do bebê, além de dificultar a
sucção, comprometendo a quantidade de leite ingerido, é uma das causas
mais freqüentes de problemas nos mamilos. Em caso de ingurgitamento
mamário, mais comum entre o terceiro e o quinto dia pós-parto, orientar
quanto à ordenha manual, armazenamento e doação do leite excedente a
um Banco de Leite Humano (caso haja na região);
• Identificar problemas/necessidades da mulher e do recém-nascido, com
base na avaliação realizada.
inflamatórios, infecciosos ou cicatrizes que dificultem a amamentação;
• Examinar abdômen, verificando a condição do útero e se há dor à
palpação;
• Examinar períneo e genitais externos (verificar sinais de infecção, presença
e características de lóquios);
• Verificar possíveis intercorrências: alterações emocionais, hipertensão,
febre, dor em baixo-ventre ou nas mamas, presença de corrimento com
odor fétido, sangramentos intensos. No caso de detecção de alguma
dessas alterações, solicitar avaliação médica imediata, caso o atendimento
esteja sendo feito por outro profissional da equipe;
• Observar formação do vínculo entre mãe e filho;
• Observar e avaliar a mamada para garantia do adequado posicionamento
e pega da aréola. O posicionamento errado do bebê, além de dificultar a
sucção, comprometendo a quantidade de leite ingerido, é uma das causas
mais freqüentes de problemas nos mamilos. Em caso de ingurgitamento
mamário, mais comum entre o terceiro e o quinto dia pós-parto, orientar
quanto à ordenha manual, armazenamento e doação do leite excedente a
um Banco de Leite Humano (caso haja na região);
• Identificar problemas/necessidades da mulher e do recém-nascido, com
base na avaliação realizada.
Condutas
• Orientar sobre:
– higiene, alimentação, atividades físicas;
– atividade sexual, informando sobre prevenção de DST/Aids;
– cuidado com as mamas, reforçando a orientação sobre o aleitamento
(considerando a situação das mulheres que não puderem amamentar);
– cuidados com o recém-nascido;
– direitos da mulher (direitos reprodutivos, sociais e trabalhistas).
• Orientar sobre planejamento familiar e ativação de método contraceptivo,
se for o caso:
– informação geral sobre os métodos que podem ser utilizados no pósparto;
– explicação de como funciona o método da LAM (amenorréia da
lactação);
– se a mulher não deseja, ou não pode, usar a LAM, ajudar na escolha
de outro método;
– disponibilização do método escolhido pela mulher com instruções
para o uso, o que deve ser feito se este apresentar efeitos adversos e
instruções para o seguimento.
– higiene, alimentação, atividades físicas;
– atividade sexual, informando sobre prevenção de DST/Aids;
– cuidado com as mamas, reforçando a orientação sobre o aleitamento
(considerando a situação das mulheres que não puderem amamentar);
– cuidados com o recém-nascido;
– direitos da mulher (direitos reprodutivos, sociais e trabalhistas).
• Orientar sobre planejamento familiar e ativação de método contraceptivo,
se for o caso:
– informação geral sobre os métodos que podem ser utilizados no pósparto;
– explicação de como funciona o método da LAM (amenorréia da
lactação);
– se a mulher não deseja, ou não pode, usar a LAM, ajudar na escolha
de outro método;
– disponibilização do método escolhido pela mulher com instruções
para o uso, o que deve ser feito se este apresentar efeitos adversos e
instruções para o seguimento.
• Aplicar vacinas, dupla tipo adulto e tríplice viral, se necessário;
• Oferecer teste anti-HIV e VDRL, com aconselhamento pré e pós-teste, para as
puérperas não aconselhadas e testadas durante a gravidez e o parto;
• Prescrever suplementação de ferro: 40 mg/dia de ferro elementar, até três
meses após o parto, para mulheres sem anemia diagnosticada;
• Tratar possíveis intercorrências;
• Registrar informações em prontuário;
• Agendar consulta de puerpério até 42 dias após o parto.
• Oferecer teste anti-HIV e VDRL, com aconselhamento pré e pós-teste, para as
puérperas não aconselhadas e testadas durante a gravidez e o parto;
• Prescrever suplementação de ferro: 40 mg/dia de ferro elementar, até três
meses após o parto, para mulheres sem anemia diagnosticada;
• Tratar possíveis intercorrências;
• Registrar informações em prontuário;
• Agendar consulta de puerpério até 42 dias após o parto.
Na primeira consulta:
• Verificar a existência da Caderneta de Saúde da Criança e, caso não haja,
providenciar abertura imediata;
• Verificar se a Caderneta de Saúde da Criança está preenchida com os dados
da maternidade. Caso não esteja, procurar verificar se há alguma informação
sobre o peso, comprimento, apgar, idade gestacional e condições de
vitalidade;
• Verificar as condições de alta da mulher e do RN;
• Observar e orientar a mamada reforçando as orientações dadas durante o prénatal
e na maternidade, destacando a necessidade de aleitamento materno
exclusivo até o sexto mês de vida do bebê, não havendo necessidade de
oferecer água, chá, ou qualquer outro alimento;
• Observar e avaliar a mamada para garantia de adequado posicionamento e
pega da aréola;
• Observar a criança no geral: peso, postura, atividade espontânea, padrão
respiratório, estado de hidratação, eliminações e aleitamento materno,
ectoscopia, características da pele (presença de palidez, icterícia e cianose),
crânio, orelhas, olhos, nariz, boca, pescoço, tórax, abdômen (condições do
coto umbilical), genitália, extremidades e coluna vertebral. Caso seja detectada
alguma alteração, solicitar avaliação médica imediatamente;
• Identificar o RN de risco ao nascer
Critérios principais:
– Baixo peso ao nascer (menor que 2.500 g)
– Recém-nascidos que tenham ficado internados por intercorrências após o
nascimento
• Verificar a existência da Caderneta de Saúde da Criança e, caso não haja,
providenciar abertura imediata;
• Verificar se a Caderneta de Saúde da Criança está preenchida com os dados
da maternidade. Caso não esteja, procurar verificar se há alguma informação
sobre o peso, comprimento, apgar, idade gestacional e condições de
vitalidade;
• Verificar as condições de alta da mulher e do RN;
• Observar e orientar a mamada reforçando as orientações dadas durante o prénatal
e na maternidade, destacando a necessidade de aleitamento materno
exclusivo até o sexto mês de vida do bebê, não havendo necessidade de
oferecer água, chá, ou qualquer outro alimento;
• Observar e avaliar a mamada para garantia de adequado posicionamento e
pega da aréola;
• Observar a criança no geral: peso, postura, atividade espontânea, padrão
respiratório, estado de hidratação, eliminações e aleitamento materno,
ectoscopia, características da pele (presença de palidez, icterícia e cianose),
crânio, orelhas, olhos, nariz, boca, pescoço, tórax, abdômen (condições do
coto umbilical), genitália, extremidades e coluna vertebral. Caso seja detectada
alguma alteração, solicitar avaliação médica imediatamente;
• Identificar o RN de risco ao nascer
Critérios principais:
– Baixo peso ao nascer (menor que 2.500 g)
– Recém-nascidos que tenham ficado internados por intercorrências após o
nascimento
História de morte de criança < 5 anos na família
– RN de mãe HIV positivo
Critérios associados:
Dois ou mais dos critérios abaixo:
– Família residente em área de risco
– RN de mãe adolescente (<16 anos)
– RN de mãe analfabeta
– RN de mãe portadora de deficiência ou distúrbio psiquiátrico ou drogadição
que impeça o cuidado da criança
– RN de família sem fonte de renda
– RN manifestamente indesejado
Obs.: caso sejam identificados alguns desses critérios, solicitar avaliação médica
imediatamente.
• Realizar o teste do pezinho e registrar o resultado na caderneta da criança;
• Verificar se foram aplicadas, na maternidade, as vacinas BCG e de hepatite
B. Caso não tenham sido, aplicá-las na unidade e registrá-las no prontuário e
na Caderneta de Saúde da Criança.
• Agendar as próximas consultas de acordo com o calendário previsto para
seguimento da criança: 2º; 4º; 6º; 9º; 12; 18 e 24º mês de vida.
Critérios associados:
Dois ou mais dos critérios abaixo:
– Família residente em área de risco
– RN de mãe adolescente (<16 anos)
– RN de mãe analfabeta
– RN de mãe portadora de deficiência ou distúrbio psiquiátrico ou drogadição
que impeça o cuidado da criança
– RN de família sem fonte de renda
– RN manifestamente indesejado
Obs.: caso sejam identificados alguns desses critérios, solicitar avaliação médica
imediatamente.
• Realizar o teste do pezinho e registrar o resultado na caderneta da criança;
• Verificar se foram aplicadas, na maternidade, as vacinas BCG e de hepatite
B. Caso não tenham sido, aplicá-las na unidade e registrá-las no prontuário e
na Caderneta de Saúde da Criança.
• Agendar as próximas consultas de acordo com o calendário previsto para
seguimento da criança: 2º; 4º; 6º; 9º; 12; 18 e 24º mês de vida.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Mural: Nossas crianças
Dizes que sou o futuro,
Não me desampares no presente.
Dizes que sou a esperança da paz,
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem,
Não me confies ao mal.
Não me desampares no presente.
Dizes que sou a esperança da paz,
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem,
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos,
Não me abandones ás trevas.
Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.
Não me abandones ás trevas.
Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa do teu carinho,
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos,
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu carinho,
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos,
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu carinho,
Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo.
Corrija-me enquanto é tempo, ainda que eu sofra…
Ajude-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo.
Corrija-me enquanto é tempo, ainda que eu sofra…
Ajude-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar.
( Meimei )
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Previna-se:Brasil deve ter 520 mil novos casos de câncer em 2012
O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estima cerca de 520 mil novos casos de câncer no Brasil em 2012. A informação faz parte da publicação Estimativa 2012 - Incidência de Câncer no Brasil, que o Instituto lançou na última quinta-feira (24). Por ser tão importante conscientizar e ampliar o conhecimento da população sobre a prevenção e o tratamento do câncer, o Ministério da Saúde instituiu em 1998 o Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado neste domingo (27).
» O câncer pode desaparecer? Veja curiosidades sobre a doença
O aumento de pacientes acometidos pela doença está ligado ao prolongamento da longevidade, de acordo com o gastroenterologista especialista em cirurgia oncológica Dino Altmann. "As pessoas ficam mais expostas aos riscos de doenças", disse ele. A tendência, segundo a Union for International Center Control (UICC), é do aumento de 50% no número de novos casos de câncer até 2020, com o dobro de casos fatais. No Brasil, a situação pode ser considerada mais grave, pois enquanto nos outros países um paciente tem sobrevida de 12 a 16 anos, aqui este tempo é reduzido para entre 2 a 4 anos.
Para Altmann, a maior incidência de câncer no Brasil e no mundo se deve às mudanças de hábitos da sociedade. Um dos cânceres mais comuns é o de mama, com estimativa de 52.680 casos para 2012 no Brasil, segundo o INCA. "A grande influência é o menor número de filhos, ter filhos mais tarde e amamentar em uma idade avançada", disse. De acordo com o médico, ter filhos entre 20 e 35 anos é uma forma de se prevenir do câncer de mama.
Os tumores de pele, segundo especialista, são os mais comuns. "A situação da camada de ozônio e a exposição por mais tempo ao sol porque se vive mais são fatores de risco", exemplificou Altmann. Ele explicou que a radiação é acumulativa e o sujeito quanto mais velho for, mais chances de desenvolver tumores. "Não se expor ao sol, usar protetor solar e consultar médicos sobre surgimento de pintas e manchas" são métodos de prevenção.
São esperados 60.180 novos casos de câncer de próstata no Brasil em 2012, segundo o INCA. A taxa de incidência cresceu cerca de 25 vezes desde 2008 e até 2015, a expectativa é que a taxa aumente cerca de 60%. Em média, 62% dos casos ocorrem em homens com 65 anos ou mais. A ingestão de frutas vermelhas, uva e outros alimentos com licopeno é uma forma de evitar a doença.
Previna-se
Segundo dados divulgados pelo Hospital São José, cerca de 30% das mortes por câncer são causadas por cinco fatores de risco no comportamento e na dieta: alto índice de massa corporal, baixo nível de ingestão de frutas e legumes, falta de atividade física, tabagismo e consumo excessivo de álcool. Mais de 30% dos casos da doença poderiam ser evitados modificando ou evitando esses fatores de risco.
O nutrólogo Durval Ribas Filho explica que o câncer tem uma ligação direta com os alimentos. "Uma dieta rica em lipídios está relacionada ao câncer de mama, uma dieta rica em álcool está ligada ao câncer no sistema digestório, rica em alimentos com corates e flavorizantes pode atingir diversos órgãos", disse ele. O médico alertou que quem come bacon cinco vezes ou mais por semana, tem mais chances de desenvolver câncer de bexiga. "O problema é o consumo em excesso de certas substâncias".
A ideia de que um prato saudável precisa ser colorido tem fundamentos. Segundo Ribas Filho, cada pigmento em frutas, legumes e verduras tem um tipo de antioxidante. Uma refeição composta por cinco cores, sem dúvida ajudará a pessoa a não só se prevenir contra o câncer, mas como de outras doenças também.
Os alimentos vermelhos em geral, como tomate, goiaba vermelha, melancia, cerejas, pimentão vermelho, açafrão, páprica, entre outros, contêm antioxidantes como os flavonoides e o licopeno. "Esses alimentos, juntamente com os ácidos graxos monoinsaturados (como o azeite de oliva), isoflavonas (soja) também atuam na prevenção de tumores, particularmente os de mama, próstata e intestino", disse o médico Dino Altmann.
Segundo o gastroenterologista, uma alimentação errada e desregrada e o consumo de bebidas alcoólicas estão entre os causadores de câncer. Fumantes também possuem mais chances de desenvolver a doença do que os não fumantes. Pessoas com histórico familiar de câncer, que sofrem de pancreatite crônica ou de diabetes melitus, que foram submetidos a cirurgias de úlcera no estômago ou duodeno são mais predispostas à doença.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
FELIZ 2012 PARA TODOS NÓS!
Se por um instante Deus esquecesse de que somos uma marionete de pano e nos presenteasse com mais um pouco de vida para todos nós, possivelmente não diríamos tudo o que pensamos, mas definitivamente pensaríamos em tudo o que dissemos.
Por tanto, pensando no que dissemos, fizemos e sentimos, percebemos que os momentos de história que realizamos todos juntos foram mais grandiosos do que pequenos.
Trabalhamos, mas também rimos muito, e podemos dizer que se Deus nos concedesse mais um ano de vida, realizando o que nos faz bem, SERIA SUFICIEMTE PARA QUERERMOS ESTARMOS JUNTOS TODOS OS DIAS, que 2012 venha com muito trabalho, juntos todos os dias morrendo de tanto rir...
Por tanto, pensando no que dissemos, fizemos e sentimos, percebemos que os momentos de história que realizamos todos juntos foram mais grandiosos do que pequenos.
Trabalhamos, mas também rimos muito, e podemos dizer que se Deus nos concedesse mais um ano de vida, realizando o que nos faz bem, SERIA SUFICIEMTE PARA QUERERMOS ESTARMOS JUNTOS TODOS OS DIAS, que 2012 venha com muito trabalho, juntos todos os dias morrendo de tanto rir...
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Aproveite as festas sem prejudicar a saúde
Coordenadora de Nutrição do Ministério da Saúde dá dicas de como aproveitar as delícias de final de ano mantendo a saúde e a boa forma
Confira a matéria produzida pela Web Rádio Saúde
Segundo a coordenadora de nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, é importante exercer o princípio da moderação. "Não é só questão estética. O excesso de peso está associado a um conjunto de doenças. Muitas vezes a pessoa ganha dois ou três quilos e acha difícil recuperar o peso anterior. Voltar a forma vai exigir um esforço muito maior em termos de prática de atividade física e de nutrição calórica".
Patrícia Jaime também falou sobre a importância da hidratação para quem vai ingerir bebidas alcoólicas durante as festividades de dezembro. Segundo a nutricionista, beber água entre um copo de álcool e outro é fundamental para proteger o organismo e evitar consequências desagradáveis no dia seguinte, como enxaquecas, dores estomacais e diarreias. Mas se o excesso for inevitável, a hidratação a base de água e sucos de frutas ainda continua sendo a melhor opção de tratamento. Caso os sintomas não desapareçam, a pessoa deve procurar imediatamente por orientação médica.
Confira a matéria produzida pela Web Rádio Saúde
Panetone, farofa, carnes recheadas, vinho, maionese, doces e massas. Essas delícias que alegram as mesas durantes as festas de final de ano, quando consumidas em excesso, podem representar um perigo para a saúde e a boa forma.
Segundo a coordenadora de nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, é importante exercer o princípio da moderação. "Não é só questão estética. O excesso de peso está associado a um conjunto de doenças. Muitas vezes a pessoa ganha dois ou três quilos e acha difícil recuperar o peso anterior. Voltar a forma vai exigir um esforço muito maior em termos de prática de atividade física e de nutrição calórica".
Para evitar os quilinhos a mais e manter a saúde em dia, a nutricionista dá dicas para aproveitar as ceias em família sem precisar enfiar o pé na jaca:
"Comece sempre pelas saladas, pelas frutas, e depois faça a opção por carnes que sejam mais magras. Evite o consumo de massas com caldos muito gordurentos, a base de queijo e leite. Consuma o suficiente para você participar desse processo social, se deliciar com as comidas gostosas, mas ao mesmo tempo manter o principio do auto cuidado."
"Comece sempre pelas saladas, pelas frutas, e depois faça a opção por carnes que sejam mais magras. Evite o consumo de massas com caldos muito gordurentos, a base de queijo e leite. Consuma o suficiente para você participar desse processo social, se deliciar com as comidas gostosas, mas ao mesmo tempo manter o principio do auto cuidado."
Patrícia Jaime também falou sobre a importância da hidratação para quem vai ingerir bebidas alcoólicas durante as festividades de dezembro. Segundo a nutricionista, beber água entre um copo de álcool e outro é fundamental para proteger o organismo e evitar consequências desagradáveis no dia seguinte, como enxaquecas, dores estomacais e diarreias. Mas se o excesso for inevitável, a hidratação a base de água e sucos de frutas ainda continua sendo a melhor opção de tratamento. Caso os sintomas não desapareçam, a pessoa deve procurar imediatamente por orientação médica.
Fonte:Portal da Saúde
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